Sejam bem vindos! Participem dando sugestões e fazendo seus comentários.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Técnicas para Contar Histórias



Prepare-se: um bom contador de histórias é aquele que possui muitas experiências sensitivas, que lê bastante, que assiste teatro, bons filmes. Cuide da sua dicção, cante, dramatize, dance. Esteja bem fisicamente, bem mentalmente, sentimentalmente. Descubra-se, invista em você, seja sempre um entusiasta, procure saber, aprender, conhecer, experienciar.
Estude o texto: Conte mais do que apenas a história. Compreenda as frases, as construções, imagine as imagens e fortaleça as imagens sonoras.
Planeje a apresentação: Chegar em cima da hora e ir direto para a leitura pode atrapalhar a comunhão com as crianças. Prepare o local, sinta o ambiente, descubra se há pontos na sala, ou no espaço que dificulte a visualização, ou a audição dos ouvintes. Perceba se há muita luz, pouca luz, muito calor, pouco calor. Corrija o excesso se não for proposital. Sensibilize as crianças antes de começar, para que não dispersem durante a história.
Recursos: Dê preferência para o ato narrativo ao ilustrativo. Contar história com bonecos é um bom recurso, mas cuidado para não virar teatro, teatro de bonecos, teatro de animação. Cada modalidade tem suas características que devem ser estudadas para que sejam utilizadas. Centralize a concentração das crianças no ato de narrar com, ou sem livros, com ou sem bonecos. O verbo e a voz, no ato de contar história, sempre serão os principais focos de atenção.
Após a narrativa: Procure realizar atividades de vivência artística e prática corporal para a apreensão dos signos contísticos (Conjunto de uma obra literária). Pintar, dançar, cantar, escutar músicas sempre serão melhores recursos do que explicar, ou conceituar a história que se acabou de ler, ou narrar. Utilizar os acontecimentos dos contos como forma de admoestação e expiação, ou chantagem, empobrece o trabalho pedagógico.
- Fazer a escolha cuidadosa da "sua" história: escolher aquela que com aquela se identifica, que lhe encanta.
- Estudar a história entendendo os seus elementos principais: personagens, cenário, conflito principal. Refletir sobre a sua mensagem, destacando quais são as situações usadas para a transmissão. Dividi-las em quatro partes: introdução, enredo, ponto culminante e desfecho.

- Decidir se na narração será usado recursos auxiliares e, neste caso, quais.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/26048/tecnicas-para-contar-historias#ixzz4EkjduOmv

terça-feira, 28 de junho de 2016

Contando Histórias

Roda de Histórias

As rodas de histórias têm o objetivo de proporcionar o gosto e o hábito de ouvir histórias, favorecer o contato com textos de alta qualidade literária, estimular momentos em grupo e o cuidado com o livro.
Durante as aulas, as crianças lidam com o magnífico mundo das histórias, suas inúmeras formas de linguagem, aspectos sonoros como ritmo e rimas em trava-línguas, quadrinhos, ditados populares, poesias, lendas, mitos, músicas etc. A leitura pela escuta do professor gera descobertas, quando as histórias são contadas e recontadas, e todos assumem o papel de leitor, ampliando os repertórios.

A importância da contação de histórias na Infância

As histórias e os contos de fadas participam da infância, juntamente com o brincar, e trazem expressões da fantasia e dos anseios da criança ajudando-a a lidar com aspectos inconscientes.
Ao ouvir histórias, a criança tem a oportunidade de:
·         enriquecer e alimentar sua imaginação,
·         ampliar seu vocabulário,
·         permitir sua auto identificação e auto reconhecimento,
·         aprender a refletir para aceitar situações relativas às dimensões diversas da vida,
·         desenvolver o pensamento lógico
·         favorecer a memória
·         favorecer o espírito crítico através da manifestação de humor e de satisfação de sua curiosidade natural.

As histórias contribuem para que a criança entre em contato com diversos modos de ver e sentir o mundo. Ao se identificar com as histórias ou com os contos de fadas a criança passa a querer ouvi-la várias vezes por se identificar com a personagem ou com algo semelhante ao que vive naquele momento.
A prática de contar histórias é uma arte que forma a criança em todos os aspectos, inclusive preparando-a para o exercício da cidadania. Muitas crianças não têm contato com diversidade de materiais de leitura ou com adultos leitores tornando responsabilidade da escola o contato com a literatura através da contação de histórias para dar oportunidade às crianças de desenvolver uma interação significativa. Os gêneros literários são variados, mas possuem a mesma função: atender à imaginação e aos anseios humanos de responder dilemas como medo, alegria, perdas, angústias e outros. A criança forma em sua mente imagens que irão conversar com personagens que surgem nas histórias.

Todas as crianças carecem do lúdico para compreender o mundo que as cerca, e ouvir historias se torna um meio de compreender e traduzir este mundo, além da facilitar a compreensão de sentimentos que não sabe definir, mas que estão presentes.

O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998) salienta a importância de diversas situações de leitura para o domínio da linguagem, assim tornando o momento das histórias como procedimento pedagógico para a percepção da função social que a leitura, o livro e as histórias têm na facilitação da compreensão do meio oral e escrito. O livro é um instrumento de recreação e entretenimento para as crianças, além de fonte inesgotável de formação e conhecimento através dos momentos de contar histórias. 

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/qual-a-importancia-das-historias-na-educacao-infantil/96987/#ixzz4CvJcTP9M





segunda-feira, 23 de maio de 2016

Atividades Permanentes na Educação Infantil


RODA DE CONVERSA

A roda de conversa é um momento onde a criança tem a oportunidade de expressar seus pensamentos de maneira informal, mas em se tratando de crianças pequenas torna-se uma atividade fundamental para ampliar sua competência comunicativa. Requer intencionalidade educativa, planejamento e reflexão constante.
É importante que o professor esteja atento à fala das crianças, para ser mediador e participante, atribuindo sentido as mesmas. 
É necessário ressaltar que a ausência de uma lógica formal do modo de raciocinar da criança não se constitui em obstáculo para o diálogo com ela.
O professor deve ter um real interesse por sua fala atribuindo-lhe sentido comunicativo desde as mais simples enunciações.

Objetivos da Roda de Conversa.
Ampliar a competência comunicativa criando possibilidades no plano verbal, oportunizando que a criança seja capaz de:
  • Ser autora de seus pensamentos.
  • Narrar suas experiências vividas ou imaginadas.
  • Fazer uso da linguagem por prazer.
  • Aprender ouvir o outro.
  • Ampliar sua oralidade
  • Interagir com o outro, construindo sua objetividade.
  • Coordenar diferentes pontos de vista.
  • Relacionar novos conhecimentos com suas vivências e conhecimentos anteriores.
Orientações Didáticas
O professor deve:
- Atribuir intenção comunicativa à fala da criança, ajudando a explicitar suas ideias, tornando-as compreensivas.
- Planejar a roda de conversa com intencionalidade educativa, através de assuntos contextualizados, propondo temas interessantes, assegurando a naturalidade de fala e escuta.
- Deixar espaço e tempo para as crianças coordenarem pontos de vista diferentes e criar condições de se expressar, sendo autora de suas falas.
- Validar os discursos elaborados na conversa, valorizando o que a criança contou, propondo ganchos de conversa, estimulando o grupo a continuar o assunto.
- Conhecer e respeitar as características do discurso narrativo da criança, considerando o pensamento sincrético.
- Permitir que as crianças fiquem a vontade com relação e solicitação postural.
- Saber que, assim como uma conversa dentro das práticas sociais reais, os interlocutores mudam a temática rapidamente, na sala de aula o assunto também é alterado, considerando as conexões que as crianças estabelecem e a participação do grupo.
- Ajudar a criança a construir seu discurso por meio de perguntas que auxiliam a costurar uma conversa duradoura como: "O que você viu?", "Como ela era?"
- Ter clareza que a roda de conversa não tem como objetivo passar conceitos, dar conselhos ou lições de moral.
- Ser flexivo em relação ao tempo, pois a roda deve durar enquanto houver interesse das crianças.

Dicas
Como iniciar a roda de conversa:
O professor pode aproveitar os assuntos dos projetos de natureza e sociedade, artes, etc, para conversar.
- Acontecimentos no bairro, na cidade, notícias e textos que gerem interesse por parte das crianças devem ter espaço na roda de conversa. 
- Acontecimentos no bairro, na cidade, notícias e textos que gerem interesse por parte das crianças devem ter espaço na roda de conversa.
- Levar objetos como, por exemplo: uma sacola escura onde as crianças coloquem as mãos e tenham que falar sobre as características do que tem lá dentro para que o grupo descubra.
- Levar objetos, figuras, fotografias como recurso para iniciar uma conversa. A professora pode elaborar perguntas que levem as crianças a participarem da conversa.
- Propor alguns temas como: medo, brincadeiras ou brinquedos que mais gostam, coisas gostosas de comer, bichos de estimação, programas de televisão, qual seu passeio preferido.
- Socializar e alimentar assuntos que as crianças trazem de casa.
- Discutir e organizar a vida em grupo.
Socializar conhecimentos tais como: como aprendeu a se vestir sozinho, fechar a mochila, etc.
A roda pode ser iniciada pela professora ou pelas crianças.
Não se pode confundir a roda de conversa com o momento destinado ao desenvolvimento de várias atividades, como marcar o calendário, conferir a lista de presença, verificar os aniversariantes do dia, observar como está o tempo, cantar algumas músicas.
O principal objetivo da roda de conversa é a conversa propriamente dita ou bate-papo, como se costuma dizer.

É importante lembrar:
  • As interações e as brincadeiras devem ser o centro do planejamento. Logo, para instigar o lúdico no momento da roda, a professora pode:
  • Propor brincadeiras para a organização das rodas (cantar uma música enquanto as crianças se organizam,
  • Utilizar fantoches para chamar a atenção das crianças para organizar a roda,          arrumar o material em determinado local de forma que as crianças se aproximem até formar o círculo etc);
Planejando a Roda de conversa

Objetivo(s) 
- Participar de situações de comunicação oral utilizando o vocabulário pertinente.
- Expor suas ideias com gradativa clareza e autonomia.
- Ouvir as ideias dos outros.
- Ampliar o vocabulário.

Conteúdo(s) - Comunicação oral.
Ano(s) - Pré-escola
Material necessário - Livros, revistas, imagens e outros materiais necessários ao desenvolvimento dos temas.

Desenvolvimento 
1ª etapa 
Organize a turma em roda de forma que todos possam se ver e ver você. Ponha uma música ou proponha uma brincadeira que leve à organização em círculo. Avise que todo dia haverá uma roda de conversa e que nela todos vão aprender várias coisas. Antes de iniciar o bate-papo, prepare os assuntos a propor: uma pergunta instigante, uma história conhecida, um problema que leve à criação de hipóteses, um assunto que demande opiniões etc. Dê preferência a temas familiares ou assuntos que estejam sendo trabalhados. A necessidade de mediar as situações de conversa diminui à medida que as crianças desenvolvem autonomia. Cuide de quem tem mais dificuldade de se fazer compreender. Traduza para ele o que entendeu que ele disse e peça que confirme a "tradução" feita por você para que o grupo compreenda o que de fato ele quis comunicar. Fique atento ainda aos que falam menos e aos que falam bastante, procurando garantir a oportunidade a todos em diferentes momentos. Ressalte o vocabulário usado e invista na ampliação dele. Lembre-se das situações sociais nas quais usamos a comunicação oral. Dessa forma você evita rodas sem sentido para o grupo.
2ª etapa 
Formule algumas perguntas sobre aspectos relevantes que precisam ser considerados na hora da conversa: Levantar sempre a mão quando desejar falar e aguardar sua vez. Por que é importante fazer silêncio quando alguém fala? O que ocorre se isso não é observado? Precisamos cuidar do tom de voz? E se falamos muito baixinho? O que fazemos quando o amigo falou uma coisa que não entendemos?
3ª etapa 
Leve para a roda materiais que favoreçam a conversa e a troca de opiniões, como reproduções de obras de arte, fotos ou outro material em quantidade suficiente para cada trio. Diga, então, que irão conversar em grupinhos para depois participarem da roda. Mostre as reproduções de obras de arte e proponha que falem sobre se gostam ou não, como acham que ela se chama, como o artista a produziu e outras ideias que podem surgir. Depois, é hora de mostrar a imagem aos demais e contar sobre a conversa que tiveram previamente. Passe pelos trios, observando e participando das conversas de forma que se instigue a comunicação entre os pequenos. Depois volte à roda com todos e faça a socialização.
4ª etapa 
Em uma situação de pesquisa com funcionários da escola, por exemplo, divida as crianças de acordo com o que querem descobrir sobre determinado assunto. Ajude-os a transformar curiosidades em perguntas. Avise que terão de aprender a perguntar e sistematize com elas palavras que comumente usamos para elaborar uma pergunta: quem, como, quando, onde etc. Depois, todos socializam o que descobriram numa roda.

Avaliação 
Fique atento às conversas das crianças nos diferentes momentos, enquanto brincam, tomam lanche etc. Observe os saberes que adquiriram relacionados a um fazer (falar, ouvir, esperar a vez, perguntar etc.) e se lançam mão da conversa para resolver conflitos para, assim, planejar as próximas rodas.

Flexibilização 
Espaço 
·         Organize a roda num local próximo da parede para que, quem tem deficiência possa ficar apoiado e participar com as demais. Outra opção é, em alguns dias, organizar a roda em cadeiras. Isso faz com que a condição do cadeirante seja relevada e traz benefícios para todos com a diversidade.
·         Organize a sala de modo que as crianças possam se locomover com facilidade ou, se for o caso, organize a dupla ou o trio de que fará parte no próprio local onde ele se senta.
·         Certifique-se de que o caminho a ser percorrido pelas crianças até o local de trabalho do entrevistado seja seguro e com rampas.
Tempo
·        Se a criança for retraída e tiver mais dificuldade de se comunicar, convide-a a se colocar mais e dê um tempo maior para que se acostume com a situação.


domingo, 16 de novembro de 2014

MÉTODOS DE ESTUDO

A orientação leva o aluno a mudar sua postura frente ao estudo e melhorar consideravelmente seu rendimento escolar, criando uma rotina eficiente de aprendizagem.Motivação e estímulo da autoconfiança é o esteio desse trabalho, portanto o aluno deverá seguir as seguintes orientações de estudo: 

Ser pontual. A preparação para o estudo vai desde a hora de se levantar até a hora de comer, brincar e dormir. Se acordar atrasado, poderá perder o início da explicação da aula, esquecer algum material importante, etc. O tempo perdido terá de ser compensado nas horas de estudo, o que significa menos tempo para o lazer.

Fazer anotações de forma clara e organizada. Prestar muita atenção às aulas e anotar os tópicos mais importantes da explicação dos professores em um caderno para depois poder revisar.

Não sair da aula com dúvidas. Se necessário, procurar o professor fora da classe. As dúvidas que surgirem durante o estudo, anotar e tentar respondê-las utilizando os livros didáticos. Se não conseguir, perguntar ao professor no dia seguinte.

Usar o método associativo, ou seja, criar associações usando as "coisas" que você precisa fixar. Vale desde associar fórmulas difíceis da física, por exemplo, a melodias de músicas gostosas; construção de rimas e versos usando temas da matéria e etc. 

Ler e interpretar textos - É importante focalizar que a compreensão do aluno será traduzida na escrita, o que requer a utilização de uma proficiência diferente, que é a de produzir textos.

Utilizar uma agenda com anotações de tarefas e provas, estabelecer horários de estudo em casa e prioridades de estudo das matérias.

Manter o material em ordem.

Ter um horário fixo para começar e terminar o estudo, todos os dias. Fazer um relatório diário, verificando se conseguiu ser pontual.

Criar hábito de estudar diariamente, duas horas por dia.

Estudar uma disciplina por dia.

Definir, antes de iniciar, a ordem de urgência das atividades e fazer uma coisa de cada vez.

Separar todo o material necessário antes de começar a estudar. Se eles estiverem à mão terá menos preguiça de consultá-los.

Procurar memorizar escrevendo algumas observações sobre o que estiver lendo, assim como sublinhar o que é mais importante.

Preferir local silencioso, agradável e adequado para estudar. Uma mesa e cadeira, com boa iluminação, longe de interferências externas.

Cuidar da postura. Ficar largado na cadeira ou deitar na cama é sono na certa.

Estar bem alimentado na hora de estudar, a fome prejudica os estudos, o raciocínio, e o entendimento do conteúdo, mas não fique comendo ao mesmo tempo em que estiver estudando, faça as refeições antes e depois dos estudos. 
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sábado, 27 de abril de 2013

AS POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO DE UM PSICOPEDAGOGO NUMA EMPRESA

Nessa Era da Informação está surgindo sociedade do conhecimento e a economia do conhecimento, fazendo com que as organizações assumam um papel de gestores de conhecimento do capital intelectual, como seu mais importante patrimônio.

Diante destes aspectos pretende-se demonstrar que o psicopedagogo, junto às organizações, está assumindo uma responsabilidade essencial: onde, de uma lado as mudanças quanto à sustentação da empresa no meio das concorrências, sendo que o funcionário, em geral, não é valorizado. Do outro lado, a psicopedagogia, buscando a qualidade de vida, no que tange à aprendizagem em grupo e social, pois o perfil dos funcionários mudou e agora estão em busca de sua qualificação, aprendizagem, experiência profissional, no entanto, como vimos no exemplo da empresa B, a empresa ainda não se atualizou, e é de suma importância para o desenvolvimento dela própria e que, na verdade, com a qualidade de vida de seus funcionários a empresa desenvolverá melhor e conseqüentemente terá bons resultados, mas vimos que ainda não há investimento e a tendência é que essas empresas desapareçam do mercado de trabalho. 

No entanto, a nossa esperança é que um novo olhar seja dado aos gestores das instituições empresarias, tendo em vista o psicopedagogo como sendo um instrumento para amenizar os conflitos através da reflexão do saber, e que se torne essencial nas organizações tanto quanto educar alunos em uma instituição escolar, ensinar as pessoas a aprender dentro das instituições. 

Artigo de LÉIA MARIA DA PAZ SILVA.

domingo, 14 de abril de 2013

Psicopedagogo na Empresa

A principal atuação do psicopedagogo na empresa está ligada à área de Recursos Humanos. Geralmente, a realização do trabalho ocorre em conjunto com outros profissionais que atuam na empresa. Entre as principais atuações estão: na elaboração do planejamento estratégico, na seleção de pessoal, no plano de integração, na formação dos funcionários, no projeto de plano de carreira, na avaliação de desempenho, na comunicação interna, na prevenção de acidentes de trabalho, na cultura organizativa, no ensino a distância, entre outros.


PSICOPEDAGOGIA EMPRESARIAL

O psicopedagogo tem em princípio as seguintes tarefas, descrita por Neide de Aquino Noffs (1995): administrar ansiedades e conflitos, trabalhar com grupos, identificar sintomas de dificuldades no processo ensino-aprendizagem, organizar projetos de prevenção, clarear papéis e tarefas nos grupos, ocupar um papel no grupo, criar estratégias para o exercício da autonomia (cooperação e respeito mútuo), fazer a mediação entre os subgrupos, criar espaços de escuta, levantar hipóteses, observar, entrevistar, fazer devolutivas e fazer sondagens.




Promover mudanças necessárias já é uma questão de sobrevivência. São novas necessidades, novas demandas, pois o perfil dos clientes também se alterou, novos concorrentes, tudo pressionando por ajustes e mudanças. Já há alguns anos que existem investidores procurando empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus recursos. 



Essas mudanças não se dão por modismos, mas por uma questão de sobrevivência, pois tudo em volta das organizações está em constante mudança. Como afirma Jack Welch, ex-executivo-chefe da GE - "Se o nível de mudança de uma organização é menor que o nível de mudança externo, o fim está à vista." (apud GESTÃO HOJE, 2003, 430)




segunda-feira, 4 de março de 2013

Mudanças de paradigmas

As novas tecnologias e as mudanças de paradigmas

Reconhece-se que a tecnologia pode contribuir para melhorar o processo de ensino aprendizagem, mas que apenas a presença dos computadores na escola não dá garantia de seu uso para fins pedagógicos. (Pedro, Paulino & Chacon, 2011; Rezende, 2002)
Além disso, Bernardi (2010) coloca que a escola deve ter claro suas metas educacionais ao utilizar novas tecnologias, de forma que as estratégias sejam coerentes com os objetivos de ensino aprendizagem traçados, para que não caiam na armadilha da mera informatização do ensino.
Assim como reitera Rezende ao afirmar que,
A introdução de novas tecnologias na educação implica necessariamente em novas práticas pedagógicas, pois podemos com ela apenas vestir o velho com roupa nova, como seria o caso dos livros eletrônicos, tutoriais multimídia e cursos a distância disponíveis na Internet, que não incorporam nada de novo no que se refere à concepção do processo de ensino aprendizagem. (REZENDE, 2002, p.02)
Neste sentido, as novas tecnologias podem ser usadas apenas como meros instrumentos educativos, como fins em si mesmos, não contribuindo para um processo realmente significativo de ensino aprendizagem, à medida que seu uso não esteja fundamentado em novas concepções de conhecimento, de aluno, de professor (ver Rezende, 2002).
Dentre as questões acima colocadas, no momento nos cabe pesquisar o uso das novas tecnologias da comunicação e da informação na educação, na perspectiva de compreender e superar as dificuldades advindas deste novo cenário educativo.
Mas como afirma Reinaldo (2010, s/p):
Na verdade a “moda” veio para ficar, não dá mais para conviver com a sisudez da sala de aula, temos que abrir janelas para o mundo através da informatização de nossos saberes. É imperativo que nós profissionais da educação repensemos nossas práticas no sentido de incorporar as tecnologias como recursos pedagógicos midiatizados pelo computador.
Diante desta nova sociedade, chamada Sociedade da Informação, se faz necessário que educadores e psicopedagogos tenham um novo olhar sobre este cenário que se apresenta para muitos como um modismo de uma época. E na busca da mudança destes paradigmas, continua-se a pesquisa, no caminho singular de uma possível construção: um espaço de interlocução que se abre, no desafio de um olhar psicopedagógico sobre as questões aqui pesquisadas.



PEREIRA, R.C. da Silva.Tecnologias na Educação: Os softwares e blogs educativos utilizados como instrumentos psicopedagógicos. Monografia (Pós Graduação) Ministério da Educação . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2012. p. 15.


domingo, 4 de novembro de 2012

O campo da Psicopedagogia





O campo da Psicopedagogia

Para Scoz (2012, s/p), a Psicopedagogia construiu e continua construindo não somente técnicas de diagnóstico e de atendimento psicopedagógico clínico e institucional, mas também se constitui como um campo de conhecimentos especializados e avançados no que se refere aos processos de ensino e aprendizagem. A Psicopedagogia (Kiguel, 1990) surge como um campo de conhecimento na fronteira entre a Pedagogia e a Psicologia, e seu corpo teórico integra conhecimentos de diferentes áreas como a pedagogia, a psicologia, a fonoaudiologia, a neuropsicologia e a psicolinguística, visando sempre uma compreensão do fenômeno da aprendizagem. Para alguns autores, a tecnologia pode nos auxiliar e proporcionar novas formas de ensinar e aprender incorporando novas mídias, aquelas que fazem parte do cotidiano do aluno, auxiliando-o no caminho do conhecimento. (BERNARDI, 2010;  DALL’ASTA, 2004; FIGUEIREDO, 2007; KAMPFF, 2006; MORAN, 2000, 2004, 2007; XAVIER, 2006). Nesse contexto, o computador pode ser um recurso de trabalho que pode auxiliar as dificuldades de aprendizagem, tanto na esfera escolar quanto no campo da psicopedagogia clínica.



PEREIRA, R.C. da Silva.Tecnologias na Educação: Os softwares e blogs educativos utilizados como instrumentos psicopedagógicos. Monografia (Pós Graduação) Ministério da Educação . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2012. p. 16.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A Educação e as Novas Tecnologias


Para Kampff (2006) são as necessidades do homem que estimulam seu potencial criador desde os primórdios dos tempos, o que contribui para o estabelecimento de transformações e realizações de forma concreta e significativa.  Kampff (2006) inclui o tema do desejo e das consequências das invenções humanas no campo da criação quando afirma que o homem “movido por suas necessidades e desejos, inventa artefatos que modificam o mundo e a sua forma de relacionar-se com ele” (KAMPFF, 2006, p.7). Assim, como escreve Ostrower (1996), o homem e suas criações afetam “o mundo físico, a própria condição humana e os contextos culturais” (p.187).
E é essa ação transformadora que impeliu o homem a desenvolver tecnologias que colocadas a serviço da sociedade o torna cada vez mais interdependente, inter-relacionado e imerso nessa tecnologia, como ressalta Bernardi (2010). Para Kampff (2006), uma das características principais do homem é a sua capacidade de criar, mas ele observa que “se o homem cria, não cria no vazio, não faz mágica. Sua inventividade é despertada em interação com o mundo, na construção de novos conhecimentos, na ação transformadora.” (p.7). O autor afirma ainda que:
Das ferramentas rudimentares, da agricultura às modernas colheitadeiras, do tratamento das primeiras peles que aqueciam o corpo às roupas anti-fogo dos pilotos de automobilismo, dos primeiros desenhos às máquinas fotográficas digitais e softwares de edição gráfica, a tecnologia é útil e fascinante. Mesmo que os exemplos anteriores não façam parte do dia-a-dia de muitos, estes muitos estão imersos em um mundo tecnológico. (KAMPFF, 2006, p7).

Assim, neste contexto cabe ressaltar que devido a este desenvolvimento tecnológico crescente e contínuo nas últimas décadas e também a uma convergência acelerada das telecomunicações permeadas pela informação devem-se rever antigos modelos educativos. Como afirma Bernardi:
Vive-se na sociedade da informação, na era digital. Esta sociedade que dispõe de uma enormidade de informações possui a primordial tarefa de filtrar, de separar informações, visando à qualidade dessas, sua veracidade, utilidade e se estas informações contribuem para a construção do conhecimento ou se apenas “enchem” páginas da Internet, com o objetivo de produzir leitores acríticos e desinformados do mundo que os cerca.  (BERNARDI, 2010, p.05).

Vive-se hoje outro tempo, diverso e inquietante do que há algumas décadas, portanto, enquanto educadores e ou psicopedagogos enfrenta-se o desafio, frente ao domínio do conhecimento em constante transformação. Então, “para melhorar a qualidade de ensino-aprendizagem é preciso encarar a realidade que mostra a necessidade de levar para a sala de aula novas tecnologias” (KASIM & SILVA, 2008, s/p)

PEREIRA, R.C. da Silva.Tecnologias na Educação: Os softwares e blogs educativos utilizados como instrumentos psicopedagógicos. Monografia (Pós Graduação) Ministério da Educação . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2012. p. 4.

domingo, 30 de setembro de 2012

Educação num novo tempo.


Na atualidade, o desenvolvimento técnico-científico influencia todos os aspectos da vida cotidiana, o que trouxe novas configurações na vida social, econômica, política e cultural, assim como também introduziu novas práticas que são assimiladas, em geral, pelas crianças e pelos jovens com facilidade, desde que tenham acesso às novas tecnologias. Ao afirmar que “ensinar com as novas mídias será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino”, Moran (2007, s/p) nos convida a repensar nossa prática educativa a partir da introdução das TICs na Educação, tanto no que se refere às formas de ensinar quanto aos processos de aprender. Os aprendizes, inclusive das escolas públicas, fazem parte desta geração digital, portanto dominam frequentemente essas novas tecnologias, o que nos faz refletir que diante deste cenário devem emergir diferentes possibilidades de ensino-aprendizagem.
Para Filho (2008), vivemos hoje uma nova ordem tecnológica, que corresponde:
(...) às normas que se constituem no marco regulatório da convergência das plataformas tecnológicas digitais e por outro lado na inserção de mudanças de comportamento e de atitude nos indivíduos diante dos novos terminais de informação. (FILHO, 2008, p.4).
Estamos diante da necessidade de aprofundar o estudo dos novos recursos que estão cada vez mais presentes no panorama escolar, assim como as vantagens do uso da tecnologia na Educação em geral, e especificamente, na Psicopedagogia, frente às dificuldades de aprendizagem que muitas vezes são procedentes do processo pedagógico.
Vive-se hoje outro tempo, diverso e inquietante do que há algumas décadas, portanto, enquanto educadores e ou psicopedagogos enfrenta-se o desafio, frente ao domínio do conhecimento em constante transformação. Então, “para melhorar a qualidade de ensino-aprendizagem é preciso encarar a realidade que mostra a necessidade de levar para a sala de aula novas tecnologias” (KASIM & SILVA, 2008, s/p)


PEREIRA, R.C. da Silva.Tecnologias na Educação: Os softwares e blogs educativos utilizados como instrumentos psicopedagógicos. Monografia (Pós Graduação) Ministério da Educação . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2012. p. 1-2.





terça-feira, 19 de junho de 2012

Web 2.0

Ambientes Virtuais e Mídias de Comunicação.

Atecnologias da web estão redesenhando a educação, criando novas e interessantes oportunidades de ensino e aprendizagem, mais personalizadas, sociais e flexíveis, apesar de muitas delas não terem sido produzidas especificamente para o e-learning.

Ambientes, ferramentas e tecnologias on-line estão disponíveis tanto para o professor quanto para os alunos, bem como para as instituições, na Web 2.0, e obviamente facilitam o trabalho com EaD. Muitas delas, inclusive, têm o código livre, como:

Facebook, Podcast, Mashups, Flickr, Blog, Wiki, Browser, Youtube e E-mail.


Referência Bibliográfica
PAULA, D.A.; PAIVA, E.E. FERRAMENTAS DA WEB 2.0 NA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. Disponível em: <http://www.fsd.edu.br/revistaeletronica/artigos/artigo16.pdf> Acesso em: jun. 2012.

BLOG: Diário de ensino-aprendizagem


BLOG: Diário de ensino-aprendizagem


Os Blogs são páginas pessoais, em formato de diários, atualizadas a qualquer momento, trazendo links para outros blogs do dia-a-dia ou temas específicos, como cinema, arte música, educação e gira em torno de comentários sobre atualidades trazendo mais cor, expressão, identificação e individualidade à Internet.
O Blog ainda é novidade como recurso de aprendizagem, mas a linguagem é bem conhecida dos jovens, que o utilizam para publicar páginas pessoais, como os tradicionais diários.
Na sala de aula, serve para registrar os conhecimentos adquiridos  pela  turma, durante os projetos de estudo, sendo  possível  enriquecer os relatos com  links, fotos, ilustrações e sons. Os professores acompanham e orientam as pesquisas abrindo novos canais de comunicação e  incentivando, com  isso,  o  convívio e aprendizagem das tecnologias envolvidas, convidando os  alunos para  criarem juntos o blog da turma.

Todo o processo - escolher o servidor, eleger e editar o visual, inscrever os participantes e decidir o nome e os “objetivos”do blog - pode ser feito coletivamente.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Educação na ponta do dedo


A Lousa Digital Interativa em termos técnicos pode-se dizer que ela é uma tela magnética, que funciona em total interação com um computador e um projetor. Suas imagens podem ser manipuladas em tempo real, sendo possível até mesmo o uso simultâneo por duas pessoas. Também é possível capturar fotos, vídeos, sons na Internet, realizar experimentos simulados e muito mais. Aulas com flexibilidade, mais participativas, alunos mais interessados e motivados!
Em tempos de popularização da tecnologia em todas as camadas sociais, como despertar a atenção do aluno na sala de aula? Computadores, notebooks, MP3, Ipads,... É comum que cada vez mais o mundo das crianças e/ou adolescentes esteja empolgante e moderno dentro de casa, e que a sala de aula com seu quadro negro, papéis e livros sejam monótonas e ultrapassadas.

A Lousa Digital Interativa chega para quebrar esse círculo vicioso da educação! Aulas mais brilhantes e atraentes! Professores preparem-se... a era do cuspe e giz está no fim.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O que muda no papel do professor?


Com tantas novidades na área e a contínua valorização da utilização das tecnologias da informação e comunicação (TICs), a discussão do assunto é de vital importância para as políticas de ensino.
O que muda no papel do professor? Muda a relação de espaço, tempo e comunicação com os alunos. O espaço de trocas aumenta da sala de aula para o virtual. É um papel que combina alguns momentos do professor convencional - às vezes é importante dar uma bela aula expositiva - com mais momentos de gerente de pesquisa, de estimulador de busca, de coordenador dos resultados. É um papel de animação e coordenação muito mais flexível e constante, que exige muita atenção, sensibilidade, intuição e domínio tecnológico.
Na sociedade da informação todos estamos reaprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar e a aprender; a integrar o humano e o tecnológico; a integrar o individual, o grupal e o social.
Uma mudança qualitativa no processo de ensino/aprendizagem acontece quando conseguimos integrar dentro de uma visão inovadora todas as tecnologias: as telemáticas, as audiovisuais, as textuais, as orais, musicais, lúdicas e corporais.  
Passamos muito rapidamente do livro para a televisão e vídeo e destes para o computador e a Internet, sem aprender e explorar todas as possibilidades de cada meio.
O professor tem um grande leque de opções metodológicas, de possibilidades de organizar sua comunicação com os alunos, e tendo uma visão pedagógica inovadora, aberta, que pressupõe a participação dos alunos, pode utilizar as ferramentas que a tecnologia disponibiliza para melhorar o processo de ensino-aprendizagem.