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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Atividades Permanentes na Educação Infantil


RODA DE CONVERSA

A roda de conversa é um momento onde a criança tem a oportunidade de expressar seus pensamentos de maneira informal, mas em se tratando de crianças pequenas torna-se uma atividade fundamental para ampliar sua competência comunicativa. Requer intencionalidade educativa, planejamento e reflexão constante.
É importante que o professor esteja atento à fala das crianças, para ser mediador e participante, atribuindo sentido as mesmas. 
É necessário ressaltar que a ausência de uma lógica formal do modo de raciocinar da criança não se constitui em obstáculo para o diálogo com ela.
O professor deve ter um real interesse por sua fala atribuindo-lhe sentido comunicativo desde as mais simples enunciações.

Objetivos da Roda de Conversa.
Ampliar a competência comunicativa criando possibilidades no plano verbal, oportunizando que a criança seja capaz de:
  • Ser autora de seus pensamentos.
  • Narrar suas experiências vividas ou imaginadas.
  • Fazer uso da linguagem por prazer.
  • Aprender ouvir o outro.
  • Ampliar sua oralidade
  • Interagir com o outro, construindo sua objetividade.
  • Coordenar diferentes pontos de vista.
  • Relacionar novos conhecimentos com suas vivências e conhecimentos anteriores.
Orientações Didáticas
O professor deve:
- Atribuir intenção comunicativa à fala da criança, ajudando a explicitar suas ideias, tornando-as compreensivas.
- Planejar a roda de conversa com intencionalidade educativa, através de assuntos contextualizados, propondo temas interessantes, assegurando a naturalidade de fala e escuta.
- Deixar espaço e tempo para as crianças coordenarem pontos de vista diferentes e criar condições de se expressar, sendo autora de suas falas.
- Validar os discursos elaborados na conversa, valorizando o que a criança contou, propondo ganchos de conversa, estimulando o grupo a continuar o assunto.
- Conhecer e respeitar as características do discurso narrativo da criança, considerando o pensamento sincrético.
- Permitir que as crianças fiquem a vontade com relação e solicitação postural.
- Saber que, assim como uma conversa dentro das práticas sociais reais, os interlocutores mudam a temática rapidamente, na sala de aula o assunto também é alterado, considerando as conexões que as crianças estabelecem e a participação do grupo.
- Ajudar a criança a construir seu discurso por meio de perguntas que auxiliam a costurar uma conversa duradoura como: "O que você viu?", "Como ela era?"
- Ter clareza que a roda de conversa não tem como objetivo passar conceitos, dar conselhos ou lições de moral.
- Ser flexivo em relação ao tempo, pois a roda deve durar enquanto houver interesse das crianças.

Dicas
Como iniciar a roda de conversa:
O professor pode aproveitar os assuntos dos projetos de natureza e sociedade, artes, etc, para conversar.
- Acontecimentos no bairro, na cidade, notícias e textos que gerem interesse por parte das crianças devem ter espaço na roda de conversa. 
- Acontecimentos no bairro, na cidade, notícias e textos que gerem interesse por parte das crianças devem ter espaço na roda de conversa.
- Levar objetos como, por exemplo: uma sacola escura onde as crianças coloquem as mãos e tenham que falar sobre as características do que tem lá dentro para que o grupo descubra.
- Levar objetos, figuras, fotografias como recurso para iniciar uma conversa. A professora pode elaborar perguntas que levem as crianças a participarem da conversa.
- Propor alguns temas como: medo, brincadeiras ou brinquedos que mais gostam, coisas gostosas de comer, bichos de estimação, programas de televisão, qual seu passeio preferido.
- Socializar e alimentar assuntos que as crianças trazem de casa.
- Discutir e organizar a vida em grupo.
Socializar conhecimentos tais como: como aprendeu a se vestir sozinho, fechar a mochila, etc.
A roda pode ser iniciada pela professora ou pelas crianças.
Não se pode confundir a roda de conversa com o momento destinado ao desenvolvimento de várias atividades, como marcar o calendário, conferir a lista de presença, verificar os aniversariantes do dia, observar como está o tempo, cantar algumas músicas.
O principal objetivo da roda de conversa é a conversa propriamente dita ou bate-papo, como se costuma dizer.

É importante lembrar:
  • As interações e as brincadeiras devem ser o centro do planejamento. Logo, para instigar o lúdico no momento da roda, a professora pode:
  • Propor brincadeiras para a organização das rodas (cantar uma música enquanto as crianças se organizam,
  • Utilizar fantoches para chamar a atenção das crianças para organizar a roda,          arrumar o material em determinado local de forma que as crianças se aproximem até formar o círculo etc);
Planejando a Roda de conversa

Objetivo(s) 
- Participar de situações de comunicação oral utilizando o vocabulário pertinente.
- Expor suas ideias com gradativa clareza e autonomia.
- Ouvir as ideias dos outros.
- Ampliar o vocabulário.

Conteúdo(s) - Comunicação oral.
Ano(s) - Pré-escola
Material necessário - Livros, revistas, imagens e outros materiais necessários ao desenvolvimento dos temas.

Desenvolvimento 
1ª etapa 
Organize a turma em roda de forma que todos possam se ver e ver você. Ponha uma música ou proponha uma brincadeira que leve à organização em círculo. Avise que todo dia haverá uma roda de conversa e que nela todos vão aprender várias coisas. Antes de iniciar o bate-papo, prepare os assuntos a propor: uma pergunta instigante, uma história conhecida, um problema que leve à criação de hipóteses, um assunto que demande opiniões etc. Dê preferência a temas familiares ou assuntos que estejam sendo trabalhados. A necessidade de mediar as situações de conversa diminui à medida que as crianças desenvolvem autonomia. Cuide de quem tem mais dificuldade de se fazer compreender. Traduza para ele o que entendeu que ele disse e peça que confirme a "tradução" feita por você para que o grupo compreenda o que de fato ele quis comunicar. Fique atento ainda aos que falam menos e aos que falam bastante, procurando garantir a oportunidade a todos em diferentes momentos. Ressalte o vocabulário usado e invista na ampliação dele. Lembre-se das situações sociais nas quais usamos a comunicação oral. Dessa forma você evita rodas sem sentido para o grupo.
2ª etapa 
Formule algumas perguntas sobre aspectos relevantes que precisam ser considerados na hora da conversa: Levantar sempre a mão quando desejar falar e aguardar sua vez. Por que é importante fazer silêncio quando alguém fala? O que ocorre se isso não é observado? Precisamos cuidar do tom de voz? E se falamos muito baixinho? O que fazemos quando o amigo falou uma coisa que não entendemos?
3ª etapa 
Leve para a roda materiais que favoreçam a conversa e a troca de opiniões, como reproduções de obras de arte, fotos ou outro material em quantidade suficiente para cada trio. Diga, então, que irão conversar em grupinhos para depois participarem da roda. Mostre as reproduções de obras de arte e proponha que falem sobre se gostam ou não, como acham que ela se chama, como o artista a produziu e outras ideias que podem surgir. Depois, é hora de mostrar a imagem aos demais e contar sobre a conversa que tiveram previamente. Passe pelos trios, observando e participando das conversas de forma que se instigue a comunicação entre os pequenos. Depois volte à roda com todos e faça a socialização.
4ª etapa 
Em uma situação de pesquisa com funcionários da escola, por exemplo, divida as crianças de acordo com o que querem descobrir sobre determinado assunto. Ajude-os a transformar curiosidades em perguntas. Avise que terão de aprender a perguntar e sistematize com elas palavras que comumente usamos para elaborar uma pergunta: quem, como, quando, onde etc. Depois, todos socializam o que descobriram numa roda.

Avaliação 
Fique atento às conversas das crianças nos diferentes momentos, enquanto brincam, tomam lanche etc. Observe os saberes que adquiriram relacionados a um fazer (falar, ouvir, esperar a vez, perguntar etc.) e se lançam mão da conversa para resolver conflitos para, assim, planejar as próximas rodas.

Flexibilização 
Espaço 
·         Organize a roda num local próximo da parede para que, quem tem deficiência possa ficar apoiado e participar com as demais. Outra opção é, em alguns dias, organizar a roda em cadeiras. Isso faz com que a condição do cadeirante seja relevada e traz benefícios para todos com a diversidade.
·         Organize a sala de modo que as crianças possam se locomover com facilidade ou, se for o caso, organize a dupla ou o trio de que fará parte no próprio local onde ele se senta.
·         Certifique-se de que o caminho a ser percorrido pelas crianças até o local de trabalho do entrevistado seja seguro e com rampas.
Tempo
·        Se a criança for retraída e tiver mais dificuldade de se comunicar, convide-a a se colocar mais e dê um tempo maior para que se acostume com a situação.


domingo, 16 de novembro de 2014

MÉTODOS DE ESTUDO

A orientação leva o aluno a mudar sua postura frente ao estudo e melhorar consideravelmente seu rendimento escolar, criando uma rotina eficiente de aprendizagem.Motivação e estímulo da autoconfiança é o esteio desse trabalho, portanto o aluno deverá seguir as seguintes orientações de estudo: 

Ser pontual. A preparação para o estudo vai desde a hora de se levantar até a hora de comer, brincar e dormir. Se acordar atrasado, poderá perder o início da explicação da aula, esquecer algum material importante, etc. O tempo perdido terá de ser compensado nas horas de estudo, o que significa menos tempo para o lazer.

Fazer anotações de forma clara e organizada. Prestar muita atenção às aulas e anotar os tópicos mais importantes da explicação dos professores em um caderno para depois poder revisar.

Não sair da aula com dúvidas. Se necessário, procurar o professor fora da classe. As dúvidas que surgirem durante o estudo, anotar e tentar respondê-las utilizando os livros didáticos. Se não conseguir, perguntar ao professor no dia seguinte.

Usar o método associativo, ou seja, criar associações usando as "coisas" que você precisa fixar. Vale desde associar fórmulas difíceis da física, por exemplo, a melodias de músicas gostosas; construção de rimas e versos usando temas da matéria e etc. 

Ler e interpretar textos - É importante focalizar que a compreensão do aluno será traduzida na escrita, o que requer a utilização de uma proficiência diferente, que é a de produzir textos.

Utilizar uma agenda com anotações de tarefas e provas, estabelecer horários de estudo em casa e prioridades de estudo das matérias.

Manter o material em ordem.

Ter um horário fixo para começar e terminar o estudo, todos os dias. Fazer um relatório diário, verificando se conseguiu ser pontual.

Criar hábito de estudar diariamente, duas horas por dia.

Estudar uma disciplina por dia.

Definir, antes de iniciar, a ordem de urgência das atividades e fazer uma coisa de cada vez.

Separar todo o material necessário antes de começar a estudar. Se eles estiverem à mão terá menos preguiça de consultá-los.

Procurar memorizar escrevendo algumas observações sobre o que estiver lendo, assim como sublinhar o que é mais importante.

Preferir local silencioso, agradável e adequado para estudar. Uma mesa e cadeira, com boa iluminação, longe de interferências externas.

Cuidar da postura. Ficar largado na cadeira ou deitar na cama é sono na certa.

Estar bem alimentado na hora de estudar, a fome prejudica os estudos, o raciocínio, e o entendimento do conteúdo, mas não fique comendo ao mesmo tempo em que estiver estudando, faça as refeições antes e depois dos estudos. 
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sábado, 27 de abril de 2013

AS POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO DE UM PSICOPEDAGOGO NUMA EMPRESA

Nessa Era da Informação está surgindo sociedade do conhecimento e a economia do conhecimento, fazendo com que as organizações assumam um papel de gestores de conhecimento do capital intelectual, como seu mais importante patrimônio.

Diante destes aspectos pretende-se demonstrar que o psicopedagogo, junto às organizações, está assumindo uma responsabilidade essencial: onde, de uma lado as mudanças quanto à sustentação da empresa no meio das concorrências, sendo que o funcionário, em geral, não é valorizado. Do outro lado, a psicopedagogia, buscando a qualidade de vida, no que tange à aprendizagem em grupo e social, pois o perfil dos funcionários mudou e agora estão em busca de sua qualificação, aprendizagem, experiência profissional, no entanto, como vimos no exemplo da empresa B, a empresa ainda não se atualizou, e é de suma importância para o desenvolvimento dela própria e que, na verdade, com a qualidade de vida de seus funcionários a empresa desenvolverá melhor e conseqüentemente terá bons resultados, mas vimos que ainda não há investimento e a tendência é que essas empresas desapareçam do mercado de trabalho. 

No entanto, a nossa esperança é que um novo olhar seja dado aos gestores das instituições empresarias, tendo em vista o psicopedagogo como sendo um instrumento para amenizar os conflitos através da reflexão do saber, e que se torne essencial nas organizações tanto quanto educar alunos em uma instituição escolar, ensinar as pessoas a aprender dentro das instituições. 

Artigo de LÉIA MARIA DA PAZ SILVA.

domingo, 14 de abril de 2013

Psicopedagogo na Empresa

A principal atuação do psicopedagogo na empresa está ligada à área de Recursos Humanos. Geralmente, a realização do trabalho ocorre em conjunto com outros profissionais que atuam na empresa. Entre as principais atuações estão: na elaboração do planejamento estratégico, na seleção de pessoal, no plano de integração, na formação dos funcionários, no projeto de plano de carreira, na avaliação de desempenho, na comunicação interna, na prevenção de acidentes de trabalho, na cultura organizativa, no ensino a distância, entre outros.


PSICOPEDAGOGIA EMPRESARIAL

O psicopedagogo tem em princípio as seguintes tarefas, descrita por Neide de Aquino Noffs (1995): administrar ansiedades e conflitos, trabalhar com grupos, identificar sintomas de dificuldades no processo ensino-aprendizagem, organizar projetos de prevenção, clarear papéis e tarefas nos grupos, ocupar um papel no grupo, criar estratégias para o exercício da autonomia (cooperação e respeito mútuo), fazer a mediação entre os subgrupos, criar espaços de escuta, levantar hipóteses, observar, entrevistar, fazer devolutivas e fazer sondagens.




Promover mudanças necessárias já é uma questão de sobrevivência. São novas necessidades, novas demandas, pois o perfil dos clientes também se alterou, novos concorrentes, tudo pressionando por ajustes e mudanças. Já há alguns anos que existem investidores procurando empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus recursos. 



Essas mudanças não se dão por modismos, mas por uma questão de sobrevivência, pois tudo em volta das organizações está em constante mudança. Como afirma Jack Welch, ex-executivo-chefe da GE - "Se o nível de mudança de uma organização é menor que o nível de mudança externo, o fim está à vista." (apud GESTÃO HOJE, 2003, 430)




segunda-feira, 4 de março de 2013

Mudanças de paradigmas

As novas tecnologias e as mudanças de paradigmas

Reconhece-se que a tecnologia pode contribuir para melhorar o processo de ensino aprendizagem, mas que apenas a presença dos computadores na escola não dá garantia de seu uso para fins pedagógicos. (Pedro, Paulino & Chacon, 2011; Rezende, 2002)
Além disso, Bernardi (2010) coloca que a escola deve ter claro suas metas educacionais ao utilizar novas tecnologias, de forma que as estratégias sejam coerentes com os objetivos de ensino aprendizagem traçados, para que não caiam na armadilha da mera informatização do ensino.
Assim como reitera Rezende ao afirmar que,
A introdução de novas tecnologias na educação implica necessariamente em novas práticas pedagógicas, pois podemos com ela apenas vestir o velho com roupa nova, como seria o caso dos livros eletrônicos, tutoriais multimídia e cursos a distância disponíveis na Internet, que não incorporam nada de novo no que se refere à concepção do processo de ensino aprendizagem. (REZENDE, 2002, p.02)
Neste sentido, as novas tecnologias podem ser usadas apenas como meros instrumentos educativos, como fins em si mesmos, não contribuindo para um processo realmente significativo de ensino aprendizagem, à medida que seu uso não esteja fundamentado em novas concepções de conhecimento, de aluno, de professor (ver Rezende, 2002).
Dentre as questões acima colocadas, no momento nos cabe pesquisar o uso das novas tecnologias da comunicação e da informação na educação, na perspectiva de compreender e superar as dificuldades advindas deste novo cenário educativo.
Mas como afirma Reinaldo (2010, s/p):
Na verdade a “moda” veio para ficar, não dá mais para conviver com a sisudez da sala de aula, temos que abrir janelas para o mundo através da informatização de nossos saberes. É imperativo que nós profissionais da educação repensemos nossas práticas no sentido de incorporar as tecnologias como recursos pedagógicos midiatizados pelo computador.
Diante desta nova sociedade, chamada Sociedade da Informação, se faz necessário que educadores e psicopedagogos tenham um novo olhar sobre este cenário que se apresenta para muitos como um modismo de uma época. E na busca da mudança destes paradigmas, continua-se a pesquisa, no caminho singular de uma possível construção: um espaço de interlocução que se abre, no desafio de um olhar psicopedagógico sobre as questões aqui pesquisadas.



PEREIRA, R.C. da Silva.Tecnologias na Educação: Os softwares e blogs educativos utilizados como instrumentos psicopedagógicos. Monografia (Pós Graduação) Ministério da Educação . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2012. p. 15.


domingo, 4 de novembro de 2012

O campo da Psicopedagogia





O campo da Psicopedagogia

Para Scoz (2012, s/p), a Psicopedagogia construiu e continua construindo não somente técnicas de diagnóstico e de atendimento psicopedagógico clínico e institucional, mas também se constitui como um campo de conhecimentos especializados e avançados no que se refere aos processos de ensino e aprendizagem. A Psicopedagogia (Kiguel, 1990) surge como um campo de conhecimento na fronteira entre a Pedagogia e a Psicologia, e seu corpo teórico integra conhecimentos de diferentes áreas como a pedagogia, a psicologia, a fonoaudiologia, a neuropsicologia e a psicolinguística, visando sempre uma compreensão do fenômeno da aprendizagem. Para alguns autores, a tecnologia pode nos auxiliar e proporcionar novas formas de ensinar e aprender incorporando novas mídias, aquelas que fazem parte do cotidiano do aluno, auxiliando-o no caminho do conhecimento. (BERNARDI, 2010;  DALL’ASTA, 2004; FIGUEIREDO, 2007; KAMPFF, 2006; MORAN, 2000, 2004, 2007; XAVIER, 2006). Nesse contexto, o computador pode ser um recurso de trabalho que pode auxiliar as dificuldades de aprendizagem, tanto na esfera escolar quanto no campo da psicopedagogia clínica.



PEREIRA, R.C. da Silva.Tecnologias na Educação: Os softwares e blogs educativos utilizados como instrumentos psicopedagógicos. Monografia (Pós Graduação) Ministério da Educação . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica: 2012. p. 16.